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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág.2)
Renato Azevedo Júnior, presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág.3)
José de Filippi Júnior


DEPENDÊNCIA QUÍMICA (pág.4)
Saúde mental


SAÚDE PÚBLICA (pág.5)
Gravidez na adolescência


PRÓ-SUS (pág.6)
Trabalho médico na saúde pública


ESPECIALIDADES (pág.7)
Nova área de atuação médica


COLUNA CFM (pág.8)
Artigos dos representantes de São Paulo no Conselho Federal


AGENDA DA PRESIDENCIA (pág.9)
Participação do Cremesp em eventos relevantes para a classe


EXAME DO CREMESP (pág.12)
Em reunião, faculdades de Medicina recebem resultados


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.2)
Edição 300: a luta do Cremesp em defesa dos médicos e da sociedade


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.3)
Edição 300: diferentes fases gráficas retratam a evolução do Cremesp


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.4)
Edição 300: relato das atuações do Cremesp como agente da sociedade (Parte 1)


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.5)
Edição 300: JC relata atuação do Conselho como agente da sociedade (Parte 2)


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.6)
Edição 300: o JC também mostrou as lutas para a melhora da saúde pública


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.7)
Edição 300: entidades na luta por melhor atendimento na saúde suplementar


SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.8)
Edição 300: Cremesp manifesta sua posição por um ensino de qualidade


GALERIA DE FOTOS



Edição 300 - 01-02/2013

SUPLEMENTO ESPECIAL (pág.5)

Edição 300: JC relata atuação do Conselho como agente da sociedade (Parte 2)


Aborto, reprodução, terminalidade e Aids


Ilustração de matéria sobre conduta ética e respeito de soropositividade, da edição de setembro/outubro de 1987


O ABORTO ESTÁ ENTRE os temas conflituosos que o Conselho enfrentou. Muitas edições do Jornal do Cremesp deram espaço a posições divergentes, ampliando discussões e debates. O número de março de 1986 trouxe o posicionamento do Conselho em defesa do aborto também para a má-formação incompatível com a vida, além dos casos de estupro e risco para a gestante, já previstos em lei.

Posição semelhante prevaleceu nos debates que trataram da terminalidade da vida e o direito do paciente. A Aids, doença que nos primeiros 15 anos da epidemia foi sempre relacionada à morte, trouxe à tona questões como a eutanásia e o direito de escolher o momento de morrer. O coquetel desassociou a Aids da morte, mas a epidemia gerou debates e posicionamentos sobre o direito do paciente, o preconceito contra portadores, o sigilo sobre o diagnóstico e a realização de pesquisas clínicas.  A edição de outubro de 1987 trazia editorial defendendo a necessidade de um novo Código de Ética Médica diante de transformações trazidas por epidemias como a Aids.

Em fevereiro de 1988, o jornal já trazia a polêmica sobre a definição da “morte ou morte encefálica”, enquanto o Conselho realizava jornada sobre aspectos éticos e legais dos transplantes. Dezoito anos depois, o CFM aprovou resolução sobre terminalidade da vida, resultado de trabalho iniciado dois anos antes  pelo Centro de Bioética e pela Câmara Técnica Interdisciplinar de Bioética do Cremesp. A edição de setembro de 2010 trouxe debate coordenado pelo CFM sobre Diretiva Antecipada de Vontade, ou “testamento vital”, documento no qual a pessoa estabelece que cuidados gostaria de receber no final da vida.

A “reprodução assistida” foi tema da edição de outubro de 1989. Patrocinado pelo Cremesp, especialistas propuseram um anteprojeto sobre o tema, abordando a situação da doadora de óvulos, da doadora de embriões, a moral social, os aspectos médicos e técnicos no manuseio de espermatozoides, a preservação dos embriões e os aspectos éticos e legais desse tipo de reprodução.




Código de Ética Médica

A SEXTA EDIÇÃO do Código de Ética Médica, principal diretriz norteadora das ações dos Conselhos e dos profissionais médicos, entrou em vigor em abril de 2010, sendo que o anterior foi editado em 1988. A elaboração do documento considerou quase 3 mil contribuições de médicos e entidades de todo o país e todos os posicionamentos que integram as decisões e resoluções da Justiça, das Comissões de Ética locais e as resoluções éticas do CFM e CRMs editadas nos 20 anos anteriores. Por sua amplitude, os pontos tratados no Código de Ética Médica foram abordados em todas as edições do Jornal do Cremesp. Dos debates e pareceres estampados no jornal, nasceram questionamentos que levaram à necessidade e elaboração de novo código – assim como aconteceu com o anterior.


Demografia Médica

O CREMESP VEM ampliando suas frentes de atuação e enriquecendo os debates depois que inaugurou seu Centro de Dados, em 2005. O primeiro estudo, publicado no jornal de agosto daquele ano, traçava “O perfil demográfico dos médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo”.

A falta de dados e informações sobre os médicos e o mercado de trabalho, dificultava a defesa de muitas das teses do Cremesp. A série Demografia Médica no Brasil realizada em parceria com o CFM, é uma fonte de informações na avaliação de cenários atuais e futuros dos médicos e especialidades em cada Estado da Federação. Os estudos – alguns deles já publicados em edições ao longo de 2012 – revelam, por exemplo, a distribuição desigual de profissionais em São Paulo e no Brasil.





Ditadura e tortura

O CREMESP INICIOU os processos contra médicos que participaram de torturas ou ajudaram a acobertá-las na época do regime militar no Brasil em 1978, luta acompanhada pela Anistia Internacional. Em 1990, o Grupo Tortura Nunca Mais, que envolve familiares das vítimas da repressão, pediu aos CRMs do Rio e SP que investigassem 110 médicos – na maioria legistas – acusados de assessorar os torturadores. O Cremesp abriu 67 processos contra médicos acusados de envolvimento em torturas. Desses, 20 foram levados a julgamentos, que resultaram em quatro condenações, sendo que dez deles morreram antes do final do processo.


Medicamentos genéricos

EM MUITAS EDIÇÕES
, o Jornal do Cremesp cedeu espaço para debates sobre a adoção dos medicamentos genéricos. A lei 9.787, de fevereiro de 1999, que introduziu o medicamento sem marca, significou redução do custo em cerca de 40% para os pacientes. E, além disso, o reconhecimento do médico no seu papel de prescritor. Em 2001, em parceria com o CRF-SP e apoio da Anvisa, o Cremesp lançou o Manual de Medicamentos Genéricos, dirigido a médicos, farmacêuticos e profissionais de saúde.


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