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Nesta Edição
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CAPA

EDITORIAL (pág.2)
João Ladislau Rosa - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 3)
David H. Jernigan


DROGADIÇÃO (pág. 4)
Indústria do álcool e Copa


COPA DE 2014 (pág. 5)
Fiscalização na Arena Corinthians


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 6)
Contratualização


CBHPM (pág. 7)
Tramitação do PLC 39/07


ENSINO MÉDICO (pág. 8)
Qualidade acadêmica


PARCERIA (pág. 9)
Monitoramento e fiscalização


ANVISA (pág. 10)
Importação de medicamentos controlados


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Novos diretores do Sindicato dos Médicos


INFORME TÉCNICO (pág. 12)
GEC é obrigatório em SP


JOVEM MÉDICO (pág. 13)
Saúde física e mental


COLUNA DO CFM (pág. 14)
Artigo do representante de SP no Federal


ELEIÇÕES CFM 2014 (pág. 13)
Comissão Eleitoral


BIOÉTICA (pág. 16)
O uso medicinal de Cannabis sativa


GALERIA DE FOTOS



Edição 315 - 06/2014

COPA DE 2014 (pág. 5)

Fiscalização na Arena Corinthians


Cremesp vistoria Itaquerão às vésperas do Mundial

Dos onze ambulatórios previstos para o atendimento médico, apenas dois já funcionavam no último dia de fiscalização


Fiscalização dos postos médicos antes da Copa


O Cremesp fez um relatório de vistoria dos postos médicos e ambulatórios, que prestariam atendimento durante os eventos da Copa do Mundo de Futebol 2014, na Arena de São Paulo (Itaquerão) e constatou que diversas obras de infraestrutura e acabamento ainda precisavam ser concluídas. Dos 11 locais previstos para instalar ambulatórios médicos no perímetro do estádio, apenas cinco estavam em condições de utilização. Desses, dois já dispunham de todos os materiais e insumos para primeiros socorros e suporte à vida nos dias da fiscalização. Os outros três seriam abastecidos na noite do dia 11 e manhã do 12 de junho, estreia do Mundial. Os demais não iriam funcionar por causa da falta de infraestrutura: falta de água, esgoto e energia elétrica, principalmente.  Realizada por médicos fiscais do Cremesp, as inspeções ocorreram nos dias 29 de abril, 3 e 11 de junho, para verificar o cumprimento das normas previstas na Resolução do CFM 2012/2013, que exige a instalação de infraestrutura mínima para atendimento do público e dos participantes de eventos de massa, inclusive em casos de urgência. Durante o Mundial, a Arena conta com dez médicos ortopedistas no campo do estádio, um médico para cada uma das dez ambulâncias (sendo duas de suporte básico e oito de avançado), nove médicos nos cinco ambulatórios e mais seis médicos (sem ambulatório) que estiveram presentes no dia da abertura da Copa.

O Plano de Atenção Médica apresentado pelo Comitê Organizador Local (COL), da Fifa, à equipe de fiscalização do Cremesp  previa também 60 socorristas treinados para dar os primeiros-socorros, em caso de necessidade e helicópteros do resgate aéreo da Polícia Militar para a remoção de casos de urgência. Em caso de remoção, os espectadores e demais participantes serão levados aos hospitais Santa Marcelina, Santa Catarina, Albert Einstein e Sírio Libanês. O atendimento médico planejado é para o perímetro do estádio. Os casos fora dessa área são atendidos pelos serviços públicos de saúde.

 


 

Emergências públicas estão sendo monitoradas durante a Copa

Situações de emergência pública estão sendo moni­toradas durante a Copa do Mundo por meio do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs), com base em Brasília, ativado no dia 28 de maio, e que segue em funcionamento até o dia 23 de julho. O objetivo é identificar situações de risco, a demanda por atendimento e a vigilância epidemiológica e sanitária, além de coordenar respostas diante de emergências em saúde pública nas 12 cidades-sede do mundial. Ao todo, 1,5 mil profissionais estarão envolvidos nas atividades de campo e de monitoramento.

Cada uma das cidades-sede também contará com centros regionais de operações para a troca de informações (veja matéria no box). A ideia é padronizar os procedimentos de vigilância sanitária e o atendimento à saúde nos setores público e privado.

 



Plano de contingência

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo definiu um Plano de Contingência para garantir o eventual atendimento médico de vítimas em caso de desastres nos eventos de massa ocorridos no Estado, durante os jogos da Copa na Capital paulista. O investimento é de R$ 8,2 milhões.

Todos os hospitais sob gestão estadual da região metropolitana entregaram à Secretaria seus respectivos Planos de Contingência para atendimento de vítimas de desastres. Quinze hospitais, em princípio, serão utilizados para encaminhamento de torcedores feridos no caso de alguma contingência. Eles estão situados na Zona Leste de São Paulo ou em cidades do entorno, como Gua­rulhos, Santo André, Ita­quaquecetuba e Ferraz de Vasconcelos.

Itaquerão
Duas tendas infláveis, em um raio de um quilômetro do estádio Itaque­rão, em São Paulo, estão sendo utilizadas como hospitais de campanha, com equipes formadas por médicos e enfermeiros do Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências (Grau) da Secretaria. Além de estarem equipados contendo os principais materiais de atendimento pré-hospitalar, há kits com diferentes tipos de antídotos para a desin­toxicação dos pacientes no caso de ataques ou acidentes com produtos tóxicos ou mesmo no caso de emergências químicas e bioterrorismo.
 



Antidoping terá exame de sangue

O teste antidoping da Copa do Mundo de 2014, além do exame de urina, contará também com análise de sangue. A Fifa está fazendo testes nos 23 con­vocados de cada seleção que disputa o torneio. Além disso, em cada jogo, quatro jogadores de cada seleção são sorteados para a realização dos exames.

 


 

Tabagismo
Consumo de tabaco cai pela metade em São Paulo

Entre os fumantes diagnosticados com câncer, 65% deles não abandonam o vício, mesmo após o diagnóstico, de acordo com o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). E ainda 25% do total de pacientes atendidos na instituição nos últimos anos têm histórico de tabagismo. O Icesp realizou a entrega de um kit antitabagismo durante a campanha do Dia Mundial sem Tabaco, em 30 de maio, visando conscientizar a população.

Já o Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP (Incor) abriu uma mostra de painéis informativos para a população, visando promover a discussão em torno dos malefícios do narguilé e do cigarro eletrônico como alternativa de diminuição de danos para quem não consegue ou não quer deixar o vício da nicotina.

Lei Antifumo
Após cinco anos da implantação da lei anti­fumo, os níveis de mo­nó­xidos de carbono foram reduzidos em 73% (CO) nos ambientes fechados. Somente na cidade de São Paulo, o consumo de tabaco foi reduzido pela metade já no primeiro ano da lei, segundo dados da Sociedade Paulista de Pneu­mo­logia e Tisio­logia (SPPT), que promoveu, em 28 de maio, uma campanha antita­bagismo.

 


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