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EDITORIAL (pág.2)
João Ladislau Rosa - Presidente do Cremesp


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David H. Jernigan


DROGADIÇÃO (pág. 4)
Indústria do álcool e Copa


COPA DE 2014 (pág. 5)
Fiscalização na Arena Corinthians


SAÚDE SUPLEMENTAR (pág. 6)
Contratualização


CBHPM (pág. 7)
Tramitação do PLC 39/07


ENSINO MÉDICO (pág. 8)
Qualidade acadêmica


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Monitoramento e fiscalização


ANVISA (pág. 10)
Importação de medicamentos controlados


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (pág. 11)
Novos diretores do Sindicato dos Médicos


INFORME TÉCNICO (pág. 12)
GEC é obrigatório em SP


JOVEM MÉDICO (pág. 13)
Saúde física e mental


COLUNA DO CFM (pág. 14)
Artigo do representante de SP no Federal


ELEIÇÕES CFM 2014 (pág. 13)
Comissão Eleitoral


BIOÉTICA (pág. 16)
O uso medicinal de Cannabis sativa


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Edição 315 - 06/2014

COLUNA DO CFM (pág. 14)

Artigo do representante de SP no Federal


O engajamento dos médicos

 

Renato Françoso Filho*
rfrancosof@gmail.com

 

Em agosto próximo, a classe médica de todo o Pais terá a oportunidade de ir às urnas escolher seus representantes no Conselho Federal de Medicina (CFM) e nas entidades associativas. Apesar da coincidência de ocorrerem próximas uma da outra, são independentes. Ocorre que os eleitos ao CFM cumprem mandato de cinco anos e os das associações médicas, de três anos. Tenho observado, neste tempo todo em que milito junto às nossas representações profissionais, que os médicos, em geral, desconhecem os limites e as atribuições de cada uma delas. Confundem suas finalidades e abrangência. Cobram de umas as responsabilidades que são de outras.

Boa parte dos colegas desconhece, por exemplo, que o CFM é composto por dois médicos de cada Estado e do Distrito Federal. É uma autarquia federativa normatizadora e reguladora da profissão, além de câmara recursal judicante. Tanto o membro eleito titular quanto o suplente tem atribuições próprias e importantes a serem desenvolvidas, exigindo dedicação, conhecimento e disponibilidade. Os eleitos precisam ter espírito de classe e experiência na militância médica. Entendo que tem de ter passado pelo conselho regional onde exercitaram a função de julgadores no trabalho de instrução de processos, audiências, relatórios e julgamentos. No entanto, não precisam ser indicados pelos regionais. Qualquer médico em atividade profissional regular pode ser candidato. Para ocupar esse cargo, indicado pelos médicos, há que se ter postura ética, respeito dos colegas, vocação para servir a classe e dignificá-la com seu comportamento. Afinal, vão julgar, em última instância, os colegas, alem de disciplinarem as normas a ser seguidas por todos os médicos do País.

Por outro lado, as associações são instituições de livre opção dos colegas, que aglutinam e organizam as aspirações e necessidades dos médicos em sua atividade. Ainda mais nos tenebrosos dias pelos quais passamos, com todas as formas de opressão profissional e desvalorização.

As associações regionais e  estaduais, convergem para uma representação federal, que é a Associação Médica Brasileira. Essa é a última trincheira do exercício liberal da Medicina. Deve ser formada por voluntários, sem remuneração. Quem pleiteia ser eleito deve ter história de participação em defesa do médico, atividade profissional - para saber entender as agruras e dificuldades pelas quais passam os colegas - e poder de luta para almejar melhores dias para a profissão. Além disso, ser imbuído de espírito democrático para ouvir, coragem para mudar e determinação para aglutinar os colegas.

É preciso fazer valer o direito de nos manifestarmos por pessoas que tenhamos orgulho de nos fazer representar. Não podemos nos omitir. Participar da escolha de nossos representantes é uma forma significativa de mostrarmos aos que nos desdenham o quanto podemos conquistar.

 

(*) Renato Françoso Filho (suplente) é representante do Estado de São Paulo no Conselho Federal de Medicina


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