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CAPA

EDITORIAL (pág. 2)
Mauro Gomes Aranha de Lima


ENTREVISTA (Pág. 3)
Gonzalo Vecina


INSTITUIÇÕES DE SAÚDE (pág.4)
Hanseníase


SAÚDE PÚBLICA (Pág. 5)
Abelhas africanas


SAÚDE SUPLEMENTAR (Pág. 6)
Honorários médicos


ASSISTÊNCIA À SAÚDE (Pág. 7)
Hospital Universitário


PLATAFORMAS MÉDICAS DIGITAIS (Págs. 8 e 9)
Aplicativos


LITERATURA MÉDICA - (Pág. 10)
Nova publicação


AGENDA DA PRESIDÊNCIA (Pág.11)
Inclusão social


EU MÉDICO (Pág. 12)
Manuel Mindlin Lafer


JOVENS MÉDICOS (Pág. 13)
RM


CONVOCAÇÕES (pág. 14)
Comunicados


BIOÉTICA (pág. 15)
União homoafetiva


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Edição 337 - 06/2016

AGENDA DA PRESIDÊNCIA (Pág.11)

Inclusão social


Médicos, psicólogos e  assistentes sociais se unem pelo 
favorecimento da inclusão social

 

Convergência de conceitos sobre o tema culminará
em documento que poderá contribuir com o
Ministério Público e a Defensoria Pública


Castellana, Marília, Aranha, Neves, Ana Paula e Elisabete (da esq. p/a dir.):
propostas para efetivação da inclusão social

 

Representantes do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo e a Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça de São Paulo estiveram em reunião com o presidente do Cremesp, Mauro Aranha, no dia 10 de junho, para discussões sobre o favorecimento da inclusão social de pessoas portadoras de deficiência física ou mental. A convergência sobre conceitos relacionados ao tema auxi­liará na produção de um documento que poderá contribuir com o Ministério Público e a Defensoria Pública para que as pes­soas referidas, ao serem avaliadas pelos peritos médicos, psicólogos e assistentes sociais, o sejam de forma a efetivar, em sua plenitude, a Lei Brasileira de Inclusão, estabelecida pela lei nº 13.146/15. A legislação revê a tendência de interdição, que deve ser feita apenas quando absolutamente necessário e, de preferência, de forma parcial e não total.

“Nossa intenção é que as perícias apontem não só as dificuldades funcionais do indivíduo, mas principalmente suas capacidades passíveis de realização no contexto de seu ambiente físico, familiar e comunitário, o que é exatamente o espírito da lei”, afirma Aranha. Além do presidente do Cremesp, participaram da reunião Elisabete Borgianni e Eduardo Campos Neves (Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça de São Paulo), Ana Paula Hachich de Souza (CRP-SP), Marília Marra de Almeida (Defensoria Pública) e o psiquiatra forense e delegado do Conselho Gustavo Bonini Castellana (HCFMUSP).

A Lei Brasileira de Inclusão incorporou à legislação federal parâmetros da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em especial no que se refere à capacidade civil. Ela propõe que a pessoa com deficiência tem capacidade plena e dela deve gozar em igualdade de condições com as demais. Também destaca a importância da pessoa com deficiência ter a tomada de decisão apoiada, processo pelo qual ela elege “pelo menos duas pessoas idoneas, com as quais mantenha vínculos e que gozem de sua confiança, para prestar-lhe apoio na tomada de decisão sobre atos da vida civil, fornecendo-lhes os elementos e informações necessários para que possa exercer sua capacidade”.

 


Além das atividades internas do Conselho, Mauro Gomes Aranha de Lima, como presidente do Cremesp, também participou de:
 

  • 22/05 - Aula no Curso de Psiquiatria Forense da FMUSP, em São Paulo (SP);
     
  • 03/06 – Reunião com representantes do Simesp sobre o Hospital Universitário, na sede Luís Coelho;
     
  • 08/06 – Reunião da diretoria do CFM com os presidentes dos CRMs, em Brasília;
     
  • 09/06 – Reunião com representantes da Comissão da Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo, sobre os 10 anos dos Crimes de Maio, na sede Luís Coelho;
     
  • 13/06 – Reunião com a diretoria do Hospital Samaritano, em São Paulo (SP);
     
  • 16/06 – Reunião sobre Descriminalização da cannabis: contribuições da medicina para a saúde pública, sede Consolação;
     
  • 17/06 – Evento O Estatuto da Pessoa com Deficiência, no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (ESMP-SP).

 


EVENTO


CT de Psiquiatria avalia possíveis contribuições
da Cannabis para a saúde pública

Messa e Aranha: informação aos médicos
 


Combater a ambiguidade de posicionamentos sobre a Cannabis sativa, minimizando a desinformação dos profissionais da saúde a respeito da utilização medicinal do canabidiol (CBD), foi um dos pontos-chaves de um encontro realizado entre convidados e membros da Câmara Técnica de Psiquiatria do Cremesp, ocorrido em16 de junho, no auditório Flamíneo Fávero (sede da Consolação 753).

O evento, moderado e organizado por Guilherme Peres Messas, coordenador da CT de Psiquiatria da Casa, contou com a presença de Mauro Gomes Aranha de Lima, presidente do Cremesp; Eurípedes Balsanufo Carvalho, conselheiro e membro da Câmara Técnica de Políticas de Saúde do Conselho; dos professores Valentim Gentil Filho (FMUSP), Antonio Waldo Zuardi (FMRP-USP) e José Alexandre de Souza Crippa (FMRP-USP); e Leon de Souza Lobo Garcia, diretor de Articulação e Coordenação da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça.

Mauro Aranha lembrou que o Conselho está sempre empenhado e comprometido com a saúde da população do Estado de São Paulo, e consciente da responsabilidade de levar informações éticas e confiáveis aos profissionais de Medicina sobre temas de grande interesse para a comunidade científica e sociedade.   

Após as discussões, foram sugeridas ações que a CT de Psiquiatria do Conselho e o próprio Cremesp podem apoiar para diferenciar o uso terapêutico do canabidiol (que pode beneficiar alguns pacientes com transtornos psíquicos e neurológicos) do consumo crônico da maconha (que pode comprometer a saúde de seu usuário em médio e longo prazos). Entre elas está a distribuição de um manual da Organização Mundial de Saúde sobre prevenção do uso de drogas aos profissionais da Medicina para informar os médicos de São Paulo sobre o assunto; respaldar pesquisas sobre o tema; e combater a ambiguidade do posicionamento sobre a Cannabis, minimizando a desinformação.

 

 


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