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CAPA

PÁGINA 3
Editorial


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Ensino Médico


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Remuneração médica


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Entrevista Ederli Grimaldi de Carvalho


PÁGINA 8 e 9
Ressonância


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Agenda da presidência


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Instituição de Saúde/Hospital das Clínicas da Unicamp


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Eu, médico


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Especialidades


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Convocações


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Bioética


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São Paulo


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Edição 357 - 04/2018

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Ensino Médico


Entidades médicas conquistam moratória que suspende abertura de cursos de Medicina


O então ministro da Educação Mendonça Filho, com Camarim e Cutait, no dia da assinatura da portaria em Brasília

Após intensa mobilização do Cremesp, do Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e outras entidades da área contra a abertura indiscriminada de escolas médicas, principalmente no Estado de São Paulo, o Ministério da Educação finalmente publicou a Portaria 328, que impede a criação de novos cursos no País durante cinco anos. “A moratória é resultado de um esforço que visa à boa formação médica e ao atendimento de excelência à população. A proliferação de estabelecimentos de ensino privados, sem um controle rigoroso, compromete a formação dos jovens estudantes, representando um risco para a assistência oferecida à população”, afirmou o presidente do Cremesp, Lavínio Nilton Camarim, que participou da cerimônia de assinatura da nova portaria. A solenidade, realizada em 5 de abril, em Brasília, teve a presença do presidente da República, Michel Temer; do ministro da Educação à época, José Mendonça Filho; do presidente do CFM, Carlos Vital; do presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira; e do professor da  Faculdade de Medicina da USP e cirurgião do Hospital Sírio-Libanês, Raul Cutait, entre outros.

Nos últimos 20 anos, foram abertos 218 cursos de Medicina no País, sendo 152 privados. Atualmente com 311 escolas, o Brasil é o segundo com mais instituições de ensino médico no mundo, atrás somente da Índia, que possui 399, mas tem 1,2 bilhão de habitantes. Essa abertura sem precedentes levou ao aumento da população médica,
concentrada em polos mais desenvolvidos, em detrimento das áreas periféricas e que mais precisam de assistência, promovendo uma grave desigualdade na distribuição
de profissionais. “O crescimento do número de escolas médicas também não foi acompanhado da ampliação do número de hospitais-escolas e de vagas em Residência
Médica, por exemplo”, observou o presidente do Cremesp.

Caravana pelo Interior colhe milhares de assinaturas por avaliação nacional

Mobilização conta com posto de coleta de assinaturas, materiais informativos e formulários para adesão da população

A caravana pelo exame obrigatório para alunos e recém-formados em Medicina colheu milhares de assinaturas em seis cidades do Estado de São Paulo percorridas até o fechamento desta edição (Franca, Ribeirão Preto, Piracicaba, Sorocaba, Campinas e Bauru). Ainda estavam programadas incursões pelos municípios de São José do Rio Preto, Santos, São José dos Campos e capital paulista.

          


O objetivo da campanha é mobilizar médicos, autoridades, estudantes, formadores de opinião e a população em geral em torno da aprovação de uma lei que torne obrigatório o exame para alunos e recém-formados em Medicina. Durante as ações, o presidente do Cremesp, Lavínio Nilton Camarim, diretores e conselheiros falaram sobre a importância do exame para a qualificação do ensino médico e para a adequada assistência à população.

Além do abaixo-assinado, a campanha também conta com uma petição on-line.

                                             

A caravana dispõe de estande de coleta de assinaturas, materiais informativos e formulários para adesão à campanha. “Nossas pesquisas apontam que a categoria médica e os estudantes de Medicina apoiam essa prova. Agora, com a caravana, queremos esclarecer as dúvidas dos cidadãos”, destacou Camarim.


Cremesp sugere mudança em PL que propõe exame


Camarim entrega substitutivo para senador Alencar

O presidente do Cremesp, Lavínio Nilton Camarim, se reuniu em Brasília, em 20 de março, com o deputado Hiran Gonçalves e o senador Otto Alencar, para sugerir um substitutivo ao Projeto de Lei 165/2017, em trâmite no Senado, que prevê o exame nacional obrigatório para recém-formados em Medicina. Com a mudança proposta, dois exames periódicos passariam a ser aplicados no final do 2º e do 4º ano, de forma não reprovativa, apenas para avaliar o conhecimento dos alunos durante o curso. Já para os alunos do último ano, o exame passaria a ser eliminatório. “A mobilização proposta
pelo Cremesp continua como prioridade”, afirmou Camarim.

Piracicaba


Françoso e Camarim, entre equipes de apoio, na Praça José Bonifácio

Depois de Franca e Ribeirão Preto, o terceiro município a receber a Caravana pelo Exame Obrigatório foi Piracicaba, em 21 de março, onde foram colhidas quase 500 assinaturas. O estande foi montado na Praça José Bonifácio e contou com a participação de Camarim e do vice-presidente do Conselho, Renato Françoso. ”Essa é uma ação muito importante, pois esclarece as dúvidas da população sobre o exame obrigatório e mostra a segurança que ele proporciona ao garantir a qualidade dos profissionais formados”, afirmou Françoso.

Sorocaba


Campanha na Praça Fernado Prestes: apoiadora entre Garcia e Camarim

“Fomos muito bem recebidos aqui em Sorocaba e coletamos cerca de 500 assinaturas”, apontou Camarim, durante a ação na Praça Coronel Fernando Prestes, em 28 de março. A mobilização no município também contou com a participação de João Márcio Garcia, tesoureiro do Cremesp e conselheiro responsável pela delegacia de Sorocaba; Jefferson de Oliveira Delfino, delegado regional superintendente; Eduardo Vieira, presidente do Sindicato dos Médicos de Sorocaba e Cidades da Região (Simesul); além de médicos da região.

Campinas


Da esq. para dir.: Pires, Camarim, Denise, Piva e Marques

Cerca de 550 assinaturas foram coletadas no estande da mobilização do Cremesp, montado no Largo do Rosário, localizada na região central do município de Campinas, em 29 de março. Além do presidente Lavínio Nilton Camarim, estiveram no estande Denise Barbosa, conselheira e coordenadora de Delegacias do Interior; Sílvia Helena Mateus, conselheira responsável pela delegacia de Campinas; os delegados Wilson Pires, Renato Passini e Erik de Oliveira Piva; e Marcio Marques, da OAB-Campinas. A equipe do Cremesp coletou assinaturas durante todo o dia.

Bauru


Da esq. para a dir., Gobbo, Guerini, Machado, Lutaka, Camarim e Sgarbosa

Bauru foi a sexta cidade do interior paulista a receber a caravana, no dia 18 de abril,
recolhendo cerca de 450 assinaturas. A ação teve a participação de Lavínio Nilton Camarim, presidente do Cremesp; Carlos Alberto Monte Gobbo, conselheiro responsável pela Delegacia Regional de Bauru; Ajax Rabelo Machado, delegado superintendente; Marcelo Torquato, delegado superintende adjunto; os delegados Fábio Sgarbosa e Newton Teruo Lutaka, além do médico obstetra Osmar Guerini.

 


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