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Editorial


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Ensino Médico


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Remuneração médica


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Entrevista Ederli Grimaldi de Carvalho


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Ressonância


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Agenda da presidência


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Instituição de Saúde/Hospital das Clínicas da Unicamp


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Eu, médico


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Especialidades


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Convocações


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Bioética


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São Paulo


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Edição 357 - 04/2018

PÁGINA 13

Especialidades


Faltam profissionais qualificados para atuar em UTIs pediátricas

A falta de profissionais qualificados é um dos principai problemas que atingem
as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pediátricas da rede de assistência disponível no município de São Paulo. Esta é uma das conclusões do debate promovido pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), em 15 de março, para apurar problemas apontados na assistência à população, que teve a participação de representantes dos governos municipal e estadual, sociedades de especialidades, além do Cremesp, representado pelo conselheiro Eurípedes Balsanufo Carvalho.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o município conta atualmente com 232 leitos de UTIs pediátricas. Dessas, 133 são UTIs neonatais. 

Atualmente, apenas 223 pediatras estão registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e trabalham nos hospitais da cidade.
Para Claudio Barsanti, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), os números apresentados pelo município e pelo Estado caracterizam uma adequada cobertura de leitos em UTIs, o que direciona o problema, quase que exclusivamente,
para a carência de profissionais. “A falta de condições ideais de trabalho, a má remuneração e o aumento de agressões e ameaças sofridas têm contribuído para que serviços de UTI pediátrica não consigam completar o quadro de médicos”, afirma. Ele
menciona, ainda, a falta de pediatras longe dos centros urbanos. “As grandes distâncias e o trânsito descomedido também se apresentam como fatores limitantes ao preenchimento de vagas em serviços mais remotos”, observa.

 

Qualidade de ensino
A proliferação de faculdades de Medicina é um dos pontos que preocupam, hoje, todas as especialidades. Para Barsanti, o aumento de formados em Medicina, sem a correspondente ampliação do número de vagas de Residência Médica, agrava o problema. “Muitas vezes, sem a devida formação, médicos se arriscam em plantões pediátricos, impondo sérios riscos a crianças e adolescentes atendidos”, ressalta.

Ações necessárias
Para o presidente da SPSP, a determinação de políticas de estímulo ao trabalho de pediatras em regiões mais carentes e distantes é essencial para mudar essa situação, além do fomento à educação continuada.

Para ele, outros pontos importantes que devem ser estudados são a disponibilização de leitos em hospitais de retaguarda e uma análise sobre pacientes que podem ser acompanhados em sistema de home care.

 

Apenas 223 pediatras estão registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e trabalham em hospitais da Capital 


 


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