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Sarampo: Secretaria Estadual orienta profissionais da saúde sobre prevenção


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Edição 233 - 01/2007

ALERTA MÉDICO

Sarampo: Secretaria Estadual orienta profissionais da saúde sobre prevenção


Sarampo: alerta em São Paulo



Secretaria Estadual da Saúde orienta médicos e outros profissionais sobre as medidas preventivas contra a epidemia de sarampo

A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) anunciou, em dezembro de 2006, a existência de casos confirmados de sarampo no Estado da Bahia, mais precisamente na região da Chapada Diamantina. O sarampo é uma doença aguda, altamente transmissível por meio de secreções respiratórias.

Até o momento, são 169 casos notificados, dos quais 72 já foram descartados e 43 confirmados. Os casos confirmados estão nos municípios de João Dourado (18), Filadélfia (24) e Irecê (1). Outros 54 casos notificados se encontram em investigação e estão distribuídos em oito municípios baianos: Senhor do Bonfim (44), Vitória da Conquista (2), Ipirá (1), Salvador (3), Barra do Choça (1), Candeias (1), Macaúbas (1) e Central (1).

Segundo o Ministério da Saúde, a análise das amostras clínicas identificou que o vírus encontrado em João Dourado é o do genótipo D4, cepa circulante comum na Europa e África.

Desde o ano 2000 estima-se que o vírus do sarampo não circule endemicamente no Brasil. Até 2005, as ocorrências foram relacionadas direta ou indiretamente com a importação do vírus. Nenhum caso de sarampo foi confirmado no Estado de São Paulo até 12 de janeiro passado. Entretanto, sabe-se que no período de férias de verão e no Carnaval, a chance de deslocamento de pessoas para as regiões em situação endêmica e epidêmica de sarampo (dentro e fora do Brasil) é muito elevada, sendo também elevado o risco de disseminação dessa doença para todas as regiões do Estado de São Paulo e do país.

Controle e notificação
Frente a esse quadro e em alerta, a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), recomenda que as medidas de controle das doenças exantemáticas no Estado sejam intensificadas. Todos os municípios e equipamentos de saúde, públicos e privados, devem estar atentos para a ocorrência de casos de sarampo. Além do reforço na vacinação de rotina, devem ser mantidas ações de busca ativa de doença exantemática febril, e os casos investigados imediatamente, seguindo rigorosamente a definição de caso suspeito de sarampo, com coleta de espécimes clínicos.

Reiteramos, ainda, aos médicos que, ao atenderem pacientes que estiveram nas regiões de risco de transmissão do sarampo, e apresentarem: febre e manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite, até 30 dias após o regresso da região de risco, considerem que estes podem ser sintomas do sarampo e devem ter notificação imediata (por telefone), para que sejam desencadeadas medidas de prevenção e controle de forma oportuna.

Medidas de prevenção
A vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) é a medida de prevenção mais eficaz contra o sarampo. A primeira dose deve ser administrada a toda criança de um ano de idade e a segunda dose entre quatro e seis anos de idade. Recomenda-se também, a vacinação aos adolescentes e adultos, nascidos a partir de 1960, sem comprovação de recebimento de nenhuma dose. Além destes, devem ser vacinados profissionais com atividades que envolvam viagens e turismo, caminhoneiros, profissionais de saúde e estudantes.

Definição de caso suspeito
Toda pessoa que apresente febre e exantema acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: tosse e/ou coriza e ou/conjuntivite, independente da idade e situação vacinal.

Notificação

Todo caso suspeito de sarampo ou surto de doença exantemática deve ser notificado imediatamente à:

- Secretaria Municipal de Saúde
- Central de Vigilância do CVE, 24 horas, tel. 08000-555466

Sites recomendados
http://www.cve.saude.sp.gov.br
http://saude.sp.gov.br

Locais de vacinação
- Unidades Básicas de Saúde
- Postos de vacinação dos aeroportos internacionais (Guarulhos,Congonhas e Viracopos)
- Terminais rodoviários do Tietê e Barra Funda, em São Paulo, (onde estão disponíveis folhetos e informes sonoros com recomendação da vacinação).

* Texto produzido a partir de documento elaborado pela equipe da Divisão de Doenças de Transmissão Respiratórias, Divisão de Imunizações, Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac, Coordenadoria de Controle de Doenças, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.


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