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CAPA

EDITORIAL (JC pág. 2)
A difícil comparação entre os serviços da rede privada de saúde e o SUS. Para médicos e a população


ENTREVISTA (JC pág. 4)
O financiamento público da Saúde na visão de docentes em Políticas de Saúde da USP


ATIVIDADES CRM (JC pág. 4)
Acompanhe as novas datas dos Fóruns de Publicidade Médica do Cremesp e participe!


ATIVIDADES CRM (JC pág. 5)
TISS: operadoras devem fornecer os formulários impressos, avisa a ANS


MOBILIZAÇÃO (JC pág. 6)
A luta dos médicos do Nordeste por melhores condições de trabalho e de atendimento à população


ATIVIDADES CRM (JC pág. 7)
Exame do Cremesp: primeira fase acontece dia 23 de setembro


ESPECIAL (JC págs. 8 e 9)
Especial: mais de 90% dos médicos do Estado aprovam a atuação do Cremesp


ENSINO MÉDICO (pág. 10)
Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP): 10 anos deste método de sucesso na FAMEMA


GERAL 1 (JC pág. 11)
Psicocirurgia: Ministério Público recomenda fiscalização no tratamento de transtornos mentais


HISTÓRIA (JC pág. 12)
Sta. Casa de S. José do Rio Preto - capacidade para receber 700 pacientes/dia


GERAL 2 (JC pág.13)
Em Opinião do Conselheiro, Isac Jorge nos brinda com o texto "O médico como corretor"


ALERTA ÉTICO (JC pág. 14)
Acompanhe questões relacionadas ao treinamento médico, no Alerta Ético desta edição


GERAL 3 (JC pág.15)
Acompanhe Nota da SBPC que repudia o financiamento de procecimentos médicos


GALERIA DE FOTOS



Edição 240 - 08/2007

ATIVIDADES CRM (JC pág. 7)

Exame do Cremesp: primeira fase acontece dia 23 de setembro


Exame do Cremesp acontece no próximo dia 23

Cerca de 700 estudantes de Medicina já se inscreveram para avaliar sua formação

Com o objetivo de analisar o desempenho dos  estudantes sextanistas e recém-formados de Medicina, e – por extensão – conferir a qualidade do ensino médico no Estado de São Paulo, o Conselho vai realizar, no próximo dia 23, a primeira etapa do Exame do Cremesp 2007. As inscrições se encerram no dia 6 de setembro, e quem participar vai receber um  certificado do Conselho, aval importante para a iniciação profissional na carreira médica. 

Esta é a terceira edição do Exame, o que vai possibilitar ao Cremesp criar um banco de dados com informações sobre a performance dos estudantes das escolas de Medicina no Estado, para promover um amplo debate junto à sociedade sobre o ensino na área médica no país.

Desde a sua primeira versão, o Exame do Cremesp tem sido organizado pela Fundação Carlos Chagas e realizado em duas etapas, com a supervisão das faculdades de Medicina, que são convidadas a acompanhar a realização das provas, enviando observadores.

Segundo o conselheiro e coordenador da comissão responsável pelo Exame do Cremesp,  Bráulio Luna Filho, já somam  aproximadamente 700 candidatos inscritos para a prova deste ano, provenientes de diversas escolas de Medicina. “Acreditamos que esse número vá crescer ainda mais até os últimos dias de inscrição, pois temos tido bastante receptividade por parte das escolas e dos estudantes”, afirmou.

A sociedade avalia o Exame

Para a presidente da Comissão Nacional do Exame de Ordem da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil –, Maria Avelina Imbiriba Hesketh, “a crise do ensino é geral, vem desde o ensino fundamental até as universidades. Ao aplicar o exame, o Cremesp mostra que está consciente do seu papel e da sua responsabilidade para com a vida das pessoas”, declarou. Para ela, “isso deveria ser um passo para que todos os Conselhos possam, de uma maneira efetiva, fazer seu exame de qualificação”. Avelina afirma ainda que “uma coisa é o que a faculdade ensina, dentro de uma visão teórica e acadêmica, outra coisa é a prática”. Ela considera também que, ao contrário do que muitas pessoas vivem dizendo, o Exame do Cremesp não significa um bloqueio à liberdade do exercício profissional, pois, segundo ela, a maioria das pessoas que integram a sociedade civil aprova o exame da OAB. “Do mesmo modo que o advogado cuida dos interesses, dos bens, e patrimônio das pessoas, os médicos tratam de um bem maior, que é a saúde, a própria vida. Então, não é justo que seja colocado no mercado um profissional que não esteja habilitado”, avaliou. Segundo Avelina, o Conselho poderia tomar como modelo a experiência da OAB. “Levantamos todas as grades curriculares, o conteúdo mínimo exigido pelo MEC, e em cima disso elaboramos o conteúdo programático a ser usado na prova”, informa.

Para Fernando Rodrigues Costa, presidente do Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo, “o ideal seria avaliar o aluno no 2º ou 4º ano, enquanto está cursando a faculdade. Na verdade acho que o exame não está avaliando o aluno e sim a escola”, comenta. “Porém é o recurso que nós vamos ter de usar, se a abertura indiscriminada das escolas continuar”.  Na opinião de Costa, “a tendência será os Conselhos se juntarem para esse exame crescer. Aí sim teremos uma forma de avaliar tanto o aluno quanto a escola e dar uma freada na abertura indiscriminada de escolas médicas”. Segundo Costa, as conversações com os diretórios acadêmicos, os professores e as escolas já estão avançadas e o objetivo é “conseguir implantar o exame ainda esse ano”, declarou.

Rodrigo Garcia D’Aurea, coordenador regional da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem), é contrário à realização do exame, porque acredita que a avaliação não pode se limitar a uma simples prova objetiva. “Acreditamos (o Denem) que o exame do jeito que é feito não nos contempla, já que é apenas um exame terminal e, portanto, acaba por, apenas, culpar e responsabilizar o aluno por sua má-formação e tirar a responsabilidade da faculdade que o formou”, declara. Ele acredita ser necessária uma avaliação das instituições formadoras e dos estudantes durante o curso. “A realização do exame após o diploma não garante melhora na educação médica, inocenta as escolas de eventuais problemas e favorece os cursinhos para a prova”, acredita.

O deputado federal, José Aristodemo Pinotti, defende a aplicação da prova. “Acho que a sociedade não pode ser prejudicada pela atuação de profissionais com formação acadêmica insuficiente; e o governo tem a obrigação de impedir essa agressão à população”. Ele acredita que o maior problema do ensino médico não é somente o grande número de novas faculdades, mas também a baixa qualidade de algumas existentes e a falta de integração com a realidade da saúde do país. “Áreas como medicina e engenharia devem se espelhar no direito e começar a aplicar o Exame de Ordem,” avalia.

Santa Casa debate avaliação de egressos

No último dia 22, o Centro Acadêmico Manoel de Abreu, da Santa Casa de São Paulo, convidou o Cremesp a participar de um debate sobre a realização do exame de egressos, durante Assembléia Geral Extraordinária com acadêmicos de Medicina. O objetivo dos estudantes foi debater e esclarecer dúvidas quanto ao exame que o Cremesp realizará em setembro e outubro próximos. Representando o Cremesp, compareceram ao encontro o presidente Henrique Carlos Gonçalves, o diretor e primeiro-secretário, Renato Azevedo Júnior; e os conselheiros Reinaldo Ayer de Oliveira e Adamo Lui Netto.

Segundo Henrique Carlos, o encontro foi bastante positivo: “Além de permitir um debate informal com a exposição de diferentes pontos de vista sobre a avaliação, os acadêmicos manifestaram bastante interesse por informações sobre nossa iniciativa”.




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